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| Não, não vou falar de Tarzan, o homem-macaco mais conhecido do mundo, mas de um outro "macacóide", nós, Homo Sapiens Sapiens, como gostamos de ser tratados. |
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Hoje temos, por um lado, as grandes
religiões clássicas que dizem que Deus criou o mundo e, por outro
lado, os cientistas que recorrem a teorias muito complicadas para
tentarem explicar como é que, a partir de certo instante,
o mundo apareceu. Assim, alguns deles, falam do Big-Bang (Grande estoiro). O que havia lá
dentro, ninguém sabe mas, continuam eles, a páginas tantas, a ervilha explodiu em pedaços, (lixo cósmico), que voaram por todos os lados. Então, a certa altura, surgiu a vida. Depois, ao longo de incontáveis milhões de anos estes bicharocos unicelulares originais evoluíram
e geraram todos os seres vivos (plantas e animais) que vivem na água,
na terra e no ar. Os cientistas que acreditam na evolução
baseiam-se em teorias de
investigadores como Darwin,
que é a mais popular
referência quando se fala da Teoria da Evolução,
que sugere que o homem moderno e outros animais têm um parente remoto comum. |
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(Pongídeos é um termo, pouco usado, aplicado às 5 espécies - duas são chimpanzés - sobreviventes dos símios) |
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Segundo uma lenda,
Gibraltar estará sob domino Britânico enquanto lá viverem estes
macacos. Por isso, quando quase foram dizimados durante a Segunda Guerra
Mundial, os Ingleses apressaram-se a importá-los do Norte de África e a
repovoar Gibraltar com eles. HOMEM = 3º Chimpanzé? As análises de ADN (DNA em inglês) indicam que há um parentesco
forte entre o chimpanzé e o
homem (com um ADN de 98 a 99% comum, embora os chimpanzés tenham 48 cromossomas e os humanos apenas
46) e por isso graceja-se e diz-se que o homem é a terceira
espécie do chimpanzé, já que há o chimpanzé comum, ou Pan
troglodytes, no oeste e África Central, e o Bonobo ou
chimpanzé pigmeu ou Pan paniscus, encontrado nas florestas
da República Democrática do Congo |
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Parte de um crânio deste homem primitivo, um sapiens, foi encontrado em 1857 numa gruta no Vale Neander, na Alemanha, (Anteriormente, idêntico achado, à altura não identificado, tinha sido feito em Gibraltar). Outros fósseis foram encontrados predominantemente no centro e no sul da Europa, mas também apareceram no Norte da África, e no Médio Oriente. Tinha uma orla orbital acentuada (zona das sobrancelhas), uma face larga, maxilares projectando para a frente, uma testa baixa e um volumoso nariz «à Charles de Gaulle», e um cérebro com cerca de 150cm3 a mais que o dos humanos modernos. Conviveu com outros Homo erectus e descendentes, com os quais se teria misturado e cruzado já que teria uma constituição genética parecida, antes de se tornar misteriosamente extinto no fim da Idade do Gelo. Não teria uma fala tão evoluída como o Homo sapiens (há quem duvide que pudesse falar), e não se conhecem objectos artísticos que tenha produzido, contudo, prestava culto aos mortos os quais eram enterrados. Não se sabe se derivou do Homo erectus ou se era uma espécie paralela. A Criança de Lapedo Em 1998, o arqueólogo português João Zilhão encontrou uma criança fóssil (A Criança de Lapedo) de cerca de 4 ou 5 anos de idade à altura da morte, datado de cerca de 24 500 anos, no Lagar Velho 1, Vale do Lapedo, a uns 150 quilómetros ao norte de Lisboa, que se supõe ser um descendente de um cruzamento entre um Neandertal e uma outra espécie de Homo sapiens. Admite-se que o Sapiens Sapiens no seu avanço pela Terra encontrou outros Homos xxx e contribuiu para o desaparecimento de vários, incluindo o Homem de Neandertal. Não é difícil aceitar esta teoria porque num passado relativamente recente houve vários exemplos de "limpeza étnica" em que sociedades humanas foram praticamente dizimadas por outras. |
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Act. 0805072307 |