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Era, por volta de 1960, um "Network of Networks" de elites, isto é, ligava redes informáticas de centros militares (ARPA), centros de pesquisa, e universidades (ARPAnet). Quando a ARPAnet fundiu-se com outras "nets" surgiu a Internet.


A "www" (Word Wide Web), que não é o único domínio na Internet, surgiu em 1993 quando se abriu a toda a gente, permitindo a global interligação de computadores de organizações oficiais, companhias comerciais e de indivíduos privados, e acabou por se tornar num centro interactivo de informação geral e de multimedia, sendo o resultado de um esforço colectivo de amadores e de profissionais.
Há quem diga que as armas não matam, que quem mata são os dedos que puxam o gatilho. Algo parecido se passa na Internet que é apenas um suporte informático para a criatividade humana: a Internet é boa ou perigosa consoante o que os dedos fazem sobre o teclado.
Em Portugal a Internet introduziu-se em 1991 através da Eunet, mas só se popularizou a partir de 1995/1996, quando a Eunet aqui se estabeleceu, e com o aparecimento de melhores
browsers como o IE do Windows 95, e o Netscape 4. (Hoje, também são muito populares navegadores alternativos como o Firefox e o Ópera, este último criado na Europa).

Quer em casa, quer nas empresas, vários computadores podem ser ligados entre si em redes (Lan). A tecnologia mais vulgar para interligação física de computadores por cabos, é baseada na Ethernet, criada pela Xerox em 1972. Se numa rede se incorporarem as aplicações usadas na Internet, ela diz-se ser uma Intranet.

O suporte das páginas que circulam na Internet é a linguagem Html (HyperTextMarkupLanguage), ou Htm, baseada em tags (símbolos e palavras chave) que definem o modo como os componentes da página irão aparecer nessa página, e como se estabelecem os links entre páginas ou componentes. Um outro protocolo muito usado é o FTP.
Hoje em dia a linguagem html é complementada com outras. Tudo o que um browser da Web faz é seguir as instruções contidas entre tags.
O modo como essas páginas electronicamente circulam entre dois computadores na Web segue uma regra: o protocolo http.
Ver
http://pt.wikipedia.org/wiki/HTTP
http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML
http://pt.wikipedia.org/wiki/File_Transfer_Protocol

Um outro factor que contribuiu para a popularidade da Internet, foi o aparecimento de motores de busca muito eficientes (engine searcher), como o Google ou o Yahoo, entre dezenas deles. Os motores de busca são um serviço (geralmente gratuito) prestado por um website que faz uma listagem de páginas da Internet,  relacionadas com palavras-chave indicadas pelo utilizador.
Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_de_busca

Antes da Internet se generalizar, os BBS (Bulletin Board System) eram muito usados. A finalidade dos BBS era a de permitir, apenas, a troca de ficheiros entre dois computadores, através de modem analógico (os primeiros rastejavam a 1200/2400 bits por segundo!) sobre uma linha telefónica convencional, e utilizavam-se programas de acesso dedicados, como o Procomm. O primeiro BBS surgiu em 1978 e, praticamente, desapareceram na primeira década de 1990.

A Internet é um meio informático (por cabo ou ar) que permite criar sítios (sites e blogs) com os mais diversificados conteúdos e objectivos. Permite que pessoas e organizações comuniquem umas com as outras, casa a casa, país a país, através de voz, de imagens, telemetria, e a consulta de milhões de páginas repletas de informação, para prazer, trabalho, ou aquisição de cultura geral. A Internet é uma enciclopédia dinâmica, que pode ser actualizada minuto a minuto, ao contrário do que sucede com os livros, mas tem que se ter cuidado, pois nela encontramos muita informação errada ou distorcida.

Ajuda na educação académica e formação profissional não só em situações normais, mas em casos de pessoas com dificuldades de aprendizagem ou de deslocamento a uma escola convencional, para os quais foi desenvolvido equipamento e programas informáticos especiais. Através da Internet deixam de haver fronteiras e discriminações.

O uso da Internet requer muito cuidado pois é um campo onde navegam utilizadores de "águas turvas", com intenções que vão do assédio ao roubo de informação, da fraude e da burla à propagação de vírus.
Nota:O equivalente português para "site" é "sítio", e para"browser" é "navegador da Internet".
  

 

 

 Termos, menos bons, da Internet...

 


O bullying, dentro das escolas, em grande parte existe pela passividade de quem o observa e  dos dirigentes de algumas escolas que consideram estas agressões um fenómeno transitório.

 
Bullying

Termo inglês que deriva de “bull”, toiro (Boi seria "ox"). Bully descreve uma pessoa agressiva.
Baseando-nos num parecer de um docente do departamento de Ciências da Educação da Universidade de Aveiro, podemos dizer que “bullying”:

«Consiste na violência física e/ou psicológica consciente e intencional exercida,  por um indivíduo ou um grupo sobre outro indivíduo, ou grupo incapaz de se defender e que, em consequência de tal agressão, fica intimidado, podendo ver afectadas as respectivas segurança, auto-estima e personalidade.
Ameaçar, humilhar, bater ou empurrar, espalhar comentários, imagens, boatos ou factos verídicos da vida da vítima  mas que esta quer manter em segredo, gozar, chamar nomes, excluir ostensivamente de brincadeiras, de jogos, e de outros acontecimentos sociais, criticar o modo de falar, de vestir, o aspecto físico, a etnia ou religião, são actos de agressão que podem deixar marcas para toda a vida, porque podem influenciar negativamente a personalidade de uma pessoa para sempre, que até pode levar a vítima ao suicídio, ao torná-la incapaz de se afirmar em termos sociais, profissionais e amorosos.
O bullying pode acontecer em qualquer ambiente, tais como nas escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.»

Nas escolas o bullying existe não só entre estudantes. O bullying do estudante sobre professores e outro pessoal docente está a aumentar a um ritmo alarmante.
Um motivo por que o agressor se sente à vontade é a impunidade de que beneficia: se a vítima quer denunciar a agressão não só é ameaçado com mais agressões como não é ajudado pelos colegas, e estes geralmente não acham bem que ele denuncie a agressão, considerando a denúncia uma espécie de traição ou de cobardia! Se, no entanto, a vítima decide queixar-se ao Conselho Directivo da escola, muitas vezes a sua desdita cai em saco roto.
Mas, por vezes, o bullying pode provocar uma reacção violenta da vítima, quer contra o agressor quer contra pessoas alheias à sua agressão. O bullying tanto pode ser exercido directamente como indirectamente, com recurso a meios multimédia vulgares ou informáticos (voz, fotos ou vídeos por  telemóveis, vídeos alojados no Youtube, conversas nos sites de chats e privados como o Msn, etc)

Cookie
Foto J.S.G.

 
Cookie
Em inglês significa bolinho ou biscoito, mas em informática é um pequeno ficheiro de texto gravado no computador do cibernauta pelo sítio (site) visitado (não é código de programa). Quando visitamos um site ele pode enviar um cookie que investiga qual é o nosso IP, um número de referência que nos é dado pelo nosso FSI ou Fornecedor de Serviço de Internet (Em inglês, ISP, Internet Service Provider) e quais são os nossos hábitos de navegação na Net: que sites visitámos, quantas vezes os visitámos, se fomos enviados por outro site para o site deles, qual é o nosso browser, qual é a resolução do nosso monitor, se temos certos programas, como leitor de Flash, de FLV e outros formatos de multimédia, Java, JavaScript, etc.

Esta informação é gravada numa base de dados no servidor do site visitado e este escreve no nosso computador algum código que nos identifica. Em si não são maléficos mas são uma invasão da privacidade e podem ser usados por empresas publicitárias que incluem na página visitada propaganda que pensam adaptar-se ao nosso perfil. Crackers habilidosos podem incluir nos cookies informação que complementam o código de trojas e vírus.

Quando saímos da Internet é conveniente eliminar os cookies. No Internet Explorer, é ir-se a Ferramentas ---> Opções da Internet ---> Eliminar (no Histórico de navegação) Cookies e Ficheiros temporários.

Palavras como Phishing e Pharming parecem estar mal escritas, isto é, deveriam ter um F no início da palavra. Assim, uns dizem que Phishing significa Password Harvesting Fishing, mas outros afirmam que muitos dos hackers habituaram-se (para serem diferentes) a iniciar as palavras que descrevem as suas obscuras actividades com um Ph. Parece que tudo começou quando descobriram a maneira de ilegalmente entrar   (breaking) nas linhas telefónicas, de modo a poderem fazer ligações de longa distância sem pagar. A essa acção chamaram Phreaking.

 
Hackers (e Crackers)
Em inglês, "to hack" pode significar cortar, despedaçar. Um hacker, em informática, será alguém que, em sentido figurado, "despedaça" programas ou computadores em bocados, e analisa-os em detalhe. Hackers são pessoas inteligentes, com grandes conhecimentos de informática, que conseguem penetrar em programas e em computadores alheios. Há os "bons" e os "maus" hackers chamando-se aos primeiros "hackers de chapéu branco" (white hat hackers) e aos segundos "hachers de chapéu preto" (black hat hackers).

O "mau hacker" também é chamado hacker malicioso (malicious hacker) e cracker.
Pode dizer-se que um cracker é um hacker mau e um hacker é um cracker bom. O que os diferencia é o fim com que penetram nos programas e nos computadores, ou seja, que uso fazem da informação que colhem!

Um bom hacker pode melhorar um programa adicionando-lhe extra funções, ou torná-lo de mais fácil uso, ou corrigindo bugs ou, ainda, vulnerabilidades.

Mas há crackers considerados bons por utilizadores de programas pirateados quando fornecem "cracks" e "geradores de chave" (substitutos de chaves genuínas) para esses programas. É claro que para os produtores de software (e com razão...) todos os crackers são piores que maus!

Há hackers (bons ou maus?) que adicionam um jogo a um programa sério e assim permitem que, às escondidas do patrão, um empregado chame, em qualquer momento, um jogo durante a execução do programa principal. Se o patrão aparece de repente, basta-lhe premir uma tecla e ... está de volta ao trabalho!

Nota: Há quem separe hackers de crackers usando de outro critério: O interesse de um hacker seria o de penetrar em computadores enquanto que o interesse de um cracker seria o de penetrar em programas.

Pharming

A Microsoft tenta actualizar frequentemente o seu software de modo a corrigir bugs e falhas de segurança.
É conveniente, de tempos a tempos, verificar a existência destas actualizações.

 
Pharming
Escrito farming, significa tratar de uma quinta ou cultivar uma horta e pharmer (farmer) é o indivíduo que pratica pharming. «É uma tentativa de enganar os usuários da Internet, roubando o nome de domínio ou o URL de um website e redirecionando seus visitantes para um website falso, pelo qual são feitas solicitações fraudulentas de informações. Parece-se com o phishing, descrito a seguir, mas o método usado para obter informação é diferente.
Para protegermo-nos do pharming, devemos seguir estas orientações básicas:
Verificar o URL de qualquer site que solicite informações pessoais.
Certificar que a sessão se inicia no endereço autêntico conhecido do site, sem caracteres adicionais anexados a ele. Frequentemente, os emails dos pharmers têm erros ortográficos.
Manter a protecção antivírus actualizada.
Utilizar um provedor de Internet legítimo e confiável. Segurança rigorosa no nível do provedor é a nossa primeira linha de defesa contra pharming.
Verificar o certificado do website.
Conferir se o website é legítimo leva apenas alguns segundos. Na versão mais recente do Internet Explorer e, geralmente, na maioria dos outros navegadores disponíveis, "clicar" em Arquivo no menu principal e clicar em Propriedades, ou clicar com o botão direito em qualquer lugar na tela do navegador e no menu pop-up clique em Propriedades. Quando a caixa de diálogo Propriedades abrir, clicar em Certificados e verificar se o site contém um certificado de segurança do seu titular legítimo».
(Informação colhida na Symantec)

 Phishing

Ao aceder-se a um site, nunca autorizar que instale programas que diz ser necessário para o visualizar, a menos que se trate de programas, como o leitor de Flash. Neste caso fazer o download directamente dos sites dos programas pedidos.
Provavelmente tentam instalar um spyware, um vírus, um keylogger, ou um programa que muda a linha de telefone para outro de "valor acrescentado".

 
Phishing
Se escrito fishing significa estar a pescar: «Em uma fraude de phishing típica, os phishers enviam e-mails que parecem vir de uma empresa legítima, na tentativa de enganar os usuários para que forneçam suas informações pessoais, que serão utilizadas para roubo de identidade.

Os
phishers utilizam vários dispositivos sofisticados para roubar as informações, inclusive janelas pop-up, máscaras da URL que simulam endereços verdadeiros da web e leitores de accionamento de teclado que capturam nomes e senhas de contas.

Para protegermo-nos do phishing, seguir estas orientações básicas:

Desconfiar de E-mails que pedem informações confidenciais, principalmente de natureza financeira. Empresas legítimas nunca solicitam informações confidenciais via email. Nós não somos forçados a fornecer informações pessoais. Os phishers gostam de utilizar tácticas de intimidação e podem ameaçar desactivar uma conta ou atrasar serviços até que eles sejam actualizados com certas informações. Entrar em contato directamente (pelo telefone) com a empresa para confirmar a autenticidade da solicitação.
Devemos familiarizarmo-nos com a política de privacidade de um website.
Tomar cuidado com solicitações aparentemente genéricas de informações. Geralmente, os E-mails fraudulentos não são personalizados, enquanto que os autênticos do nosso banco frequentemente mencionam uma conta que temos com eles.
Nunca enviar informações confidenciais através de formulários incorporados em mensagens de E-mail.
Nunca clicar nos links de um E-mail para aceder a um website. Em vez disso, abrir uma nova janela no navegador e digitar a URL na barra de endereços.»
(Informação colhida na Symantec)

 

 
RATs (Remote Access Trojans)
"Rat" em inglês é ratazana ("mouse" é um rato mais pequeno que uma ratazana). Os RATs são trojans (ver descrição de Trojan mais abaixo) que permitem o acesso remoto a computadores através da Internet.

Spam ... de fiambre
 
Iam..iam.. este é um
SPAM bem-vindo...
(Foto: www.forward-moving.com)


Spam
É possível saber, mais ou menos, quando é que esta palavra começou a circular mas não se sabe porque é que spam se chama...spam, embora existam várias histórias sobre possíveis origens. De uma maneira geral significa o envio, para muita gente, de informação não solicitada, normalmente por E-mails ou panfletos. Há quem considere a publicidade na TV, spam.
Curiosamente, nos E.U.A. há uma marca de fiambre (ham, em inglês) que adoptou o nome Spam de Spiced Ham, ou seja, fiambre acondimentado. O seu fabricante tem um antigo vídeo publicitário no YouTube no qual explora a ideia de spam ter a ver com uma grande repetição.
(Ver video em       http://www.youtube.com/watch?v=gv-xP1gzeh8
 

Alguns E-mails de spam incluem imagens que não aparecem, e pedem para se clicar em certos sítios para as apresentar. Não fazer tal. É geralmente um truque para confirmar que o endereço de E-mail está activo, de modo a poderem continuar com um futuro spam. Apagar E-mails spam sem lhes responder.

Os maiores culpados são empresas publicitárias ou comercias, e indivíduos sem escrúpulos, sendo vulgar receberem-se, destes últimos, mensagens com tentadoras, mas falsas, ofertas de emprego, ou ainda anunciando a venda de produtos a baixo preço, mas que são falsificados, ou que nunca se realizam depois de incautos terem enviado o dinheiro solicitado.

Apanhei-te

 

Fui apanhado?
Vou defender-me...

Defesa
Foto J.S.G.


Virus, Worms, Trojan Horse, Malware, Spyware, etc.
Estes termos podem, respectivamente, traduzir-se por vírus, lagartas, Cavalo de Tróia (Trojano ou Trojan), programa malicioso, programa espião.
São programas indesejáveis que podem danificar o computador se escreverem para a memória Cmos da placa mãe (motherboard) ou na memória flash incorporada de fábrica (alterando as características ou o setup do Bios), ou causarem sérios problemas se afectarem sectores críticos do dispositivo de arranque (Boot virus)
Podem corromper ou apagar ficheiros e formatar o disco rígido, ou infectar o correio de E-mail, enviando E-mails falsos, e propagarem-se através deles.
Podem fazer aparecer no monitor imagens e mensagens estranhas, ou tornar muito lento o computador. Apanham-se vulgarmente ao abrir ficheiros no Email, ao "sacar" jogos e outros programas de sites duvidosos, de Cd, Pen Drives, etc, que estejam contaminados. Cuidado com programas com "crack" ou pirateados e com alguns freeware, fugir de sites "picantes", etc. Em princípio, evitar abrir ficheiros anexados a E-mails mesmo que venham de amigos. Muitos amigos (?!) gostam de pregar partidas de mau gosto.
Virus: Apanham-se correndo um ficheiro ou um meio de suporte informático infectado, ou através de macros em programas que os usam como, por exemplo, os do Office, e uma vez instalados propagam-se infectando outros ficheiros ou sectores de arranque (Boot virus),
Worms: Ao contrário dos virus os worms podem propagar-se por eles mesmos sem infectar ficheiros, e fazem-no a uma grande velocidade. Os meios mais vulgares da sua propagação é através da Internet e de falhas de segurança em redes locais ou baseadas na Internet.  Um worm pode afectar, na prática, um computador como se fosse um vírus ou um trojan. São muito perigosos. Há antivírus que não detectam worms.
Trojan Horses: O nome deriva do famoso Cavalo de Tróia, feito de madeira que, diz-se, os gregos ofereceram aos troianos e que escondia soldados no seu ventre. Com esta artimanha conseguiram entrar em Tróia e conquistá-la.
Para que um Cavalo de Tróia ataque o computador, primeiro tem de encontrar um meio da vítima correr um programa malicioso, mas que o não aparenta ser. Ou é um programa em si mesmo ou o cracker pode tê-lo incorporado num programa vulgar como, por exemplo, no Photoshop ou em jogos.
Muitas vezes estão embebidos em software pirateado ou em software descarregado da Net, ou em mensagens de E-mail ou instantâneas, ou disfarçados em anexos que convidam a serem abertos, como imagens, cartões comemorativos, vídeos, música, etc.
Estes trojanos podem, entre muitas outras coisas, tornar o computador lento, ou trabalhar erraticamente, fazer aparecer mensagens no monitor, analizar e apagar, ou modificar, informação, roubar informação como passwords, colocar um vírus ou trojam no computador e usá-lo para enviar trojans a outros computadores, ou ainda pode utilizar Key Logers para gravar todas as actividades do teclado e do computador.

Um famoso trojano foi o Back Orifice (BO), muito popular entre estudantes que sorrateiramente o enviavam por email a amigos, para remotamente controlarem-lhes o computador.

Zombies e botnets
Num boletim informativo da Microsoft lê-se: "
Os criminosos online podem usar um vírus para assumir o controlo de um grande número de computadores ao mesmo tempo e transformá-los em "zombies" que podem trabalhar em conjunto como um poderoso "botnet" (conjunto de computadores infectados com agentes nocivos que operam autonomamente. Um "bot" é, neste contexto, um programa parasita de controlo) para executar tarefas maliciosas. Os botnets, que podem chegar a incluir 100.000 computadores "zombie" individuais, podem distribuir correio electrónico spam, disseminar vírus, atacar outros computadores e servidores e cometer outros tipos de crimes e fraudes. Os botnets são muito utilizados por criminosos online e tornaram-se um problema sério na Internet".

Estes programas maliciosos têm um raio de acção demasiado vasto para ser aqui explicado em poucas linhas. Por isso deve de se ter instalado no computador um antivírus actualizado.

Há na Internet alguns, freeware, como o AVG. Se o antivírus não incluir um programa contra programas maliciosos do tipo spyware, instalar o gratuito Windows Defender, que pode ser descarregado do site da Microsoft, ou o freeware SpyBot.

Há falsos virus, chamados pranks e hoax, e há muitas mais variantes de programas maliciosos, além dos mencionados, como os Rootkit, os Dialers (ou Diallers), os Hijackers. Ver os interessantes vídeos:
http://antispam.br/videos/cgi-navegar-g.wmv
http://antispam.br/videos/cgi-invasores-p.wmv
http://antispam.br/videos/cgi-spam-p.wmv
http://antispam.br/videos/cgi-defesa-p.wmv

Na página seguinte, mais termos, o Hi5, etc. Gestão dos dados pessoais. "Backup" dos dados informáticos

 Fim da primeira página, de duas, sobre Internet. 

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